A UGT-PR, com o apoio da Feaconspar e da Fettravispp, reuniu hoje (26) mais de 200 participantes no Encontro sobre Terceirização Responsável, com foco nos setores de asseio, conservação, vigilância, cozinhas e refeições.

Para a UGT, a discussão sobre as bases da terceirização é fundamental. Dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria) demonstram que 80% das empresas mantêm setores ou serviços terceirizados. O segmento de prestação de serviços é o que mais terceiriza, chegando a 70% de sua mão de obra. Atualmente, cerca de 4,5 milhões dos trabalhadores brasileiros são terceirizados.

“Mais do que discutir caminhos para alcançar uma terceirização responsável, nosso evento resgatou conceitos fundamentais do direito e do trabalho, fatores essenciais para a justiça e a dignidade humana”, explicou Manassés Oliveira, presidente da Central.

“Estamos satisfeitos por fazer parte de uma central que realmente defende os trabalhadores terceirizados”, afirmou João Soares, presidente da Fetravispp, que apresentou a necessidade de ampliar o diálogo sobre o assunto no setor, sendo prontamente atendido.

Os debates foram enriquecidos pela participação de representantes ilustres, como o Dr. Célio H. Waldraff, presidente do TRT-9; Dr. Alberto Emiliano de Oliveira Neto, presidente do MPT-PR; Magno Lavigne, secretário de Qualificação do MTE; Luiz Fernando Busnardo, auditor fiscal do trabalho; Roberto Santiago, ex-deputado federal e presidente da Femaco; e Regina Cruz, superintendente da SRTE.

Os desafios para o segmento terceirizado foram abordados de forma tripartite e embasarão ações do movimento sindical, com a contribuição das visões laboral, patronal e jurídica.

O evento reuniu participantes do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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